Ano Par

Me avisaram: este ano tudo convergiria às missões das pariedades. Não tenho domínio disso. Creio saber quase nada. Mas a curiosidade é mesmo a louca da casa que sai de peito aberto em convites irrecusáveis. Com domínio ou não, sabendo ou não, com ou sem acreditar, a coisa PAR deu de cair de pára-quedas. E preciso confessar: é uma de-lí-cia.

Tenho, como qualquer um, uma penca de histórias velhas de ser par sozinha. Também já tive, por sorte, pares de fato pareados. Mas para viver par mesmo, par assim no absoluto da palavra, talvez tenha sido apenas alfabetizada. E eu, que estava ali atrás rindo e chorando, descrendo e chacoteando dessa história de um ano par, caí de joelhos nesse algodão tecido no desconhecido.

Posso lembrar a vivacidade do olhar da mestra: o outro te revela.

Revela mesmo… o par é um espelho fabuloso, que rasga papéis, puxa a orelha, acolhe, desvenda, dá a mão, respira ao pé do ouvido, ilumina, escreve no meio das nossas linhas, não deixa um cômodo comodista no lugar. O par surpreende… e tem esse hálito ímpar de parecer predestinado.

Como esse ano já começou se revelando e ganhando faces por todos os lados, pares chegando e até mesmo renascendo no que toca a natureza específica dessas coisas de viver e não de decifrar, fica aqui o meu convite ao seu par de olhos. Além de aqui, eu em mim e por mim, também por lá, pareando em dois pares:

http://driecris.wordpress.com/ : na renovação

http://correioavesso.wordpress.com/ : na descoberta

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