da série: QUANDOS, QUANTOS TANTOS

 

QUANDO se plastifica os escritos, descobre que os dedos permanecem empoeirando e as mãos calejando.

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O tanto que se desacretida do vazio, vira potencial QUANDO descobre tudo nele estar contido.

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QUANDO? Sei não… mas não mais duvido.

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Se um lado é autosuficientemente alegre, QUANDO conserta o outro que só aos pares enxerga?

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Desalojar um querer é dar espaço à vontade, QUANDO tudo passa a ser possível…

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QUANDO cansa os sentidos, convém ir sem páraquedas ao novo ciclo.

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Silêncios de mãos dadas QUANDO o mundo vira caos generalizado: se precisa.

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Tanto mais se pacifica QUANDO se des-exageraliza…

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QUANDO o movimento acha seu curso de rio, todos os QUANDOS se evaporam como água.

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