De vento e pipa

João aprendera a soltar pipa. Lá debaixo admirado com tão alto ela ia sentia a textura da linha. A linha, tão fina, quase invisível, requeria uma sabedoria: a dos ventos. João absorto pelo céu e seus malabarismos de linha se sentia a pipa, tanto mais solta subia, maior sua alegria. Foi uma ventania, um rodopio,... Continuar Lendo →

Escuta, Alguém!

Há mais de dez anos atrás li o Escute, Zé ninguém, do William Reich. Demorei mais de dez anos para poder falar do livro. Hoje, por algum motivo tolo ou não tolo me voltou a cabeça o lido. O que Reich parece ter por intento fazer é descascar o ego, a vaidade a autoimportância. E... Continuar Lendo →

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