De beber e entornar

Deserto não há, o deserto em si é do medo a miragem, onde barcos tendem a naufragar. Maria era curandeira, e escondia as mãos feito crime. Sarah era educadora, e se prendia as mesas administrativas. José queria o amor, mas contornava seu ímpeto de tocar a campainha. Rômulo sonhava novas engrenagens, mas se mantinha a consertar velhas maquinárias. Mas, mas, mas… o deserto é só uma miragem a dizer voraz: não tenha coragem.

A água é de beber aonde a água de fato o é. A alma é potável. O mar não tem freios… Ser transcende os conceitos, enquanto o rolar pole as pedras que ficam à margem.

  

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