Quem quer mudar, muda. E o mundo não deixará de girar por quem não soube mudar.

Quem quer mudar, muda. Se espreme, rola, cai, levanta. Se torce, se enxuga. Aceita hematomas e fraturas, mas muda, mesmo quando as pernas se mostram curtas. Quem não quer mudar, não muda, simples.

Mas o que é mudar? Mudar é se lançar para fora da zona do hábito. Mudar é aceitar vitórias e derrotas sem se prender a nenhuma dessas duas margens. Mudar é se dar a chance de se revirar, romper com seus botões e lógicas, apostar no barco e não no náufrago.

Se muda por si mesmo. Não se muda por resultado. Se muda por liberdade, por verdade, por busca… se muda sempre por uma melhora, por algo que se acredita válido.  Nos anos de caminho pessoal dentro do método Ráshuah, aprendi a reconhecer que  é falho nosso sistema de conceituar e medir até onde se é capaz de mudar. Mudar é para os dispostos, mesmo que temerosos, e para esses o céu não vai ser o limite.

Uma vez ouvi Vera Calvet dizendo: tá com medo, vai com medo mesmo, mas encara fazer diferente, vence esse padrão que prende você. Já levei essa frase para um monte de gente, já apliquei ela para mim mesma também um montante de vezes. Fato é, estamos sempre sendo convidados a mudar, seja o estímulo uma relação, uma meta, ou até mesmo uma “coisa”, e esse é o melhor presente que podemos dar a nós mesmos: a melhora da mudança, o crescimento do processo dela.

Vai doer? Depende do grau da teimosia. Pode ser curador que é uma beleza! Então mudemos! Mudemos o que impede nossas mudanças!

😉


*imagem pinterest

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