Entre a espada e a paz


Entre a espada e a paz, os passos do caminho. Da espada, a verdade. Da coragem, a paz. O guerreiro segue. Seguir o faz. 

Entre a espada e a paz, o reflexo na lâmina do propósito que o leva e o faz. Tantas sejam as pedras, tantas sejam as perdas, tantas sejam as quebras, o guerreiro se refaz.

Entre a espada e a paz, o guerreiro se transmuta, se liberta. Desaprisionador de si mesmo, guardião de si mesmo, escolhe seus caminhos pelo guerreiro que não pode deixar de ser em seus passos mais.

Entre a espada e a paz, a esperança. Descansa, guerreiro. Não há montanha que não lhe seja intransponível enquanto seguir no melhor que habita em ti.

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