Decifra-te

– Leve suas sementes por toda a travessia. No percurso aprenda sobre o processo delas. Atravesse o vale dos medos errantes. Seja tolerante as suas quedas. Prossiga. Ao norte de teu sentido, encontrará solo fértil. Então plante. – disse-lhe a esfinge ao invés de “decifra-me”.

Ela ouviu sentindo o calo das dúvidas apertarem a garganta. Mas entre devorar a si mesma ou seguir, seguiu. Foram escolhas incoerentes, outras intuitivas, foram passos desencontrados, outros desesperados. Quando já estava por quase esquecida das palavras da esfinge da vida, uma brisa diferente, uma nova imagem ao horizonte descortinava.

Um coração inteiro fértil para o plantio se abria.

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