Conselharinho

Onde não puder cantar, não pouse. Se asas não forem possíveis de dançar, não perdure. Que combustível para a chama da alma de passarinho, é a liberdade dos vôos integrados. Repara que o ninho é a mansidão do céu, galhos quebram, árvores caem. Onde não puder ser com integralidade, passe. Ao sinal de dedos ásperos de gaiola, suba. Suba. Suba. Suba para além das nuvens de turbulência, onde a alegria dissipa tudo que do humano é tóxico. A apropriação, a manipulação, o egoísmo. Sente a brisa leve como lar. Ouça os cantos. Cante. Integre. Seja. E deixe ao chão as pedras.

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