Esperança

Com um olho aberto, outro fechado,

meia a luz, meia a sombra,

entre o seco e a umidade

as raízes bem plantadas,

sem sequer a noite esquecer seu nome:

reina a jovem Esperança.

Ao ressoar de trovões e tempestades

e com envergadura ter de dançá-los,

ou ao queimarem áridas as destemperanças

que o vento carrega em obscuridade,

como um lago de si bem irrigado

se transforma em anciã do jardim

a robusta e delicada Esperança.

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