De acordes, ou para que

Morre quem suas lutas oculta,
ou cobre de inverdades as lutas dos que lutam,
posto que se esgota
nas pequenas covardias o que
o sentido de lutar esvazia.
Mesmo que rale a garganta
a retina, os ossos e a poesia
o leal em si tem propósito,
não sangra carne, sangra o que embota

– Vai com tua alma de espada
dar a mão aos que se abraçam,
vai que a chama não apaga.

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