Sabotagem PARAPARAPÁ

Por vezes as relações com as quais mais nos importamos, ou as realizações que mais buscamos, são exatamente as que mais sabotamos. Mas por que sabotamos? Não acordamos naquele dia decididos ao dar uma boa espreguiçada, dizendo "bom dia, dia incrível para eu me sabotar"! Mas verdade seja dita, todo dia é mesmo um dia... Continuar Lendo →

Eu, você e nossas sombras

A gente foi ensinado a não ver nossas sombras. Não. Nós não fomos ensinados a observar nossas sombras reconhecendo nosso poder de escolha quanto a elas. Na maior parte das vezes, tivemos aprendizados distorcidos, sem nenhuma aceitação dos dois lados. E ficamos cheios de expectativas sobre as não-sombras que gostaríamos de caminhar ao lado. Por... Continuar Lendo →

É só um prato de afeto

Em um dia corrido de atendimentos, saio rápido na rua. Sou abordada por dois meninos vendendo bala, digo: não, obrigada. Um passo a frente, me ressoa pelas costas um grito: - É só um prato de comida! Foi um dia incrível de pessoas de diversas idades trazendo aprendizados sobre suas dores emocionais, sobre suas carências,... Continuar Lendo →

O mundo não para e nós não vamos descer

- Que semana louca a que eu tive, todo mundo parecia estar me atropelando. A queixa é rotineira em pessoas e histórias diferentes. Por vezes nos sentimos verdadeiras formigas no planeta dos dragões. Sentimos tudo de mais pesado: medo, dúvida, culpa... E desatentos, não percebemos o enorme poder que estamos dando aos outros e as... Continuar Lendo →

Para quebrar padrões culturais afetivos

- Cris, pra que eu vou ficar com o foco em alguém que está com o foco em outra pessoa? Abriu a pergunta ela, enquanto ainda nem terminava de se sentar no futon para a psicoterapia. Seguiu falando de suas conclusões e escolhas usando como referência a palavra reciprocidade, e estava, pela primeira vez, conseguindo... Continuar Lendo →

No amor não se perde

Da época que trabalhei em CTI, entre os casos que mais me marcaram foi o de uma paciente, que vou aqui renomear com o apelido de Jasmim, e de seu marido, também aqui com nome fictício, Lírio. Conheci Jasmim em uma internação dolorosa, tinha um tumor em região inoperável da cabeça, que havia sido diagnosticado... Continuar Lendo →

Por ser leal à lealdade, o universo interno

Sofro, na brincadeira do verbo, de uma lealdade incurável e irrefreável. E por ela, e dentro dela me reconheço e me reintegro, muito embora, por ela, e dentro dela, já tenha por ímpeto entrado em longas batalhas. Certa vez, há anos atrás, me disse o mestre: - Sua lealdade jamais te trairá. Sei, ressoa meio... Continuar Lendo →

Depois do que éramos, o que somos

Eu era uma criança rueira, puxava papo pela rua, vivia pendurada na janela do quarto da avó que dava para o pátio da escola, querendo estar 24 horas brincando por ali. Eu era uma criança musical, cantarolante, que achava ser possível curar a tristeza do outro fazendo carinho enquanto cantava. Virei uma adolescente rueira, que... Continuar Lendo →

Dos erros aos reacertos 

Existem erros que a gente comete, que ao serem percebidos por nós mesmos, nos custam um peso de caminhar sem saber como se perdoar. A vida é feita de erros e tropeços, e tudo isso faz parte, mas todo mundo tem lá aquele seu pacotinho de erros difíceis de conseguir se perdoar. Se dá algumas... Continuar Lendo →

De sobremesa e relação

Temos o péssimo hábito de esperarmos que nossas relações sejam um pavê de bombom. Queremos rápido descartarmos o ácido, o amargo, o cítrico... somos ávidos em desejarmos o outro ao nosso paladar, sem dificuldades. Mas fato é, o outro tem dificuldades, nós temos dificuldades, e tudo isso faz parte!  - Mas eu não gosto de... Continuar Lendo →

Onde tudo é, nada falta

A primeira vez que vi o mar, não me apaixonei. Era muito pequena, e estava por demais incomodada com as sensações da areia. Foram precisas sucessivas vezes, até que da aspereza da areia me fosse possível reconhecer o mar. Ah, a grandiosidade do mar!  Quantas vezes, feito criança, fazemos isso? Damos mais importância as asperezas... Continuar Lendo →

Renascimentos e Escolhas

O amor não desconecta do amor. Então amor ao outro é extensão do amor próprio. E amor próprio requer lealdade a sua verdade pessoal. Mas temos por hábito cultural seguirmos na direção oposta, não somos preparados, de fato, a ter o amor como filtro e norte, somos profundamente enraizados na culpa e no medo, e... Continuar Lendo →

Desabandone-se: desinforme

Custa caro o preço do medo de não ser aceito ou de ser abandonado. Se é escravo, cada um ao seu próprio tropeço, dessa ilusão corriqueira e nada passageira. A ponta da lança afiada é por nós mesmos apontada. Somos nós que nos abandonamos. Somos nós que não nos aceitamos em nosso tempo, verdade e... Continuar Lendo →

Blog no WordPress.com.

Acima ↑