Para não se arrepender (depois)

Havia uma mosca pousada sobre a borda da testa dele. Tirava do sossego os pensamentos que circulavam entre as vitórias e as derrotas que poderiam ser dele, enquanto suava sob as sombrancelhas, na opressão dos olhos do medo de quem não sabia se pôr por inteiro a tentar. Havia uma mosca rastreando as insônias dele,... Continuar Lendo →

Sem pauta de acaso

- Sorte a minha, azar o teu - pensava ela. Redigiu: azar meu, sorte a sua eu mudar a órbita da linha, da rara costura, da plácida verdade que derramava. - Não, sem lágrima derramada - murmurou entre o lápis e a borracha rasgando o papel. Respirou fundo, fechou o caderno empurrando de lado. O... Continuar Lendo →

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