Desempate

Empatia seria da natureza a coisa mais simples, não fora as defesas que nos separam. Há uma vastidão de medo seco, escapando do olhar nos olhos, reconhecer a dor diversa, como uma dor de si mesmo. Uma escuta descomprometida, uma indisponibilidade a verdade do contato, e da necessidade. Há um excesso de julgo, termo, crivo,... Continuar Lendo →

Do verbo Desabrochar

A flor que desabrocha segue a rota assimétrica de seu próprio tempo. Fora de catálogo, não cabe aos dedos que a forçam, não agrada muitas vezes aos olhos, parece estranha aos quereres. A flor que desabrocha é generosa em sua própria trajetória, oferta como pode, vence a aspereza da noite sem nada buscar em troca.... Continuar Lendo →

Prosa Sinestésica

Um raio de sol escorria pela testa, ondulava nos olhos, piscava os pássaros no céu no leva e traz de respostas. Saboreava a brisa como quem bebe gota a gota um prazer de laço, afago dos sentidos. A noite não reviraria dúvidas, havia um sol embarcado, bússola no peito preenchido, verão no tato do inverno.... Continuar Lendo →

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