Arranjos

Da sombra de quem teme entre emaranhados ilusórios emerge a força límpida, clara, rompendo os olhos em horizonte caótico, preciso, precioso alto mar. E quem havia perdido as chaves, visto desérticas caminhadas, repousa no tato do contato de um universo inteiro a lhe embarcar.

Que tiros são esses?

O tiro que tiras de dentro do peito e atiras com mira ou alheio, me diga, de que é feito? Foi da tua luz ou da sombra, foi por luz ou por sombra, foi para a luz ou para a sombra? Agora, me diga, qual o defeito, o conceito, que se atira ou tira, e... Continuar Lendo →

Das inteirezas

Do lado de fora, fôrmas, formas, rotas, concretos insólitos com pixações, etiquetas, jornais insatisfeitos. Ilusórios. Para o lado de fora, invisíveis eram. Para o lado de dentro, potável, doce, água de lagoa de afeto carambola, laço, ar liberto, oxigenado no tato do abraço, olhar de cafuné ao pé do ouvido. Para o lado de dentro:... Continuar Lendo →

Carinho

Rola na mansidão do tempo em onda de brisa que não se pontua a delicadeza da ternura.

Longitude

Afasta-te pé ante pé dos desvarios das margens, por onde escorrem as falas displicentes dos sentidos e infiltram limos de indiferenças. Escorra pelo profundo dos sentidos o mergulho despido em entrega e verdade. Liberdade. Ser a pele do contato dissolvida em água.

Entre Passos

Tantas vezes no caminho, tudo que se tem a dar no passo é a coragem, e coragem não significa ausência de medo, simplesmente passo, passo dado, entrega ao próprio caminho, passo após passo porque passo a passo é ir de encontro à verdade.

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